O artista puro, que trabalha por amor à sua obra, está algumas vezes mais firmemente colocado no verdadeiro caminho de que o ocultista que imagina haver apartado de si o interesse próprio, porém que, em realidade, apenas alargou os limites da experiência e do desejo e transferiu os seus interesses à coisas relacionadas à sua maior expansão de vida....
... Cresce como a flor, inconscientemente, mas ardendo em ânsias de entreabir sua alma à brisa. Assim é como deves avançar, abrindo a tua alma ao eterno. Mas há de ser o eterno o que deve desenvolver a tua força e a tua beleza, e não o desejo de crescimento. Porque, no primeiro caso, florescerás com a beleza da pureza, e, no outro, te endureces com avassaladora paixão da importância pessoal...
Mabel Collins
19 de junho de 2007
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